Extensionistas da Emater orientam agricultor familiar em plantio e criação de peixes

Extensionistas da Emater orientam agricultor familiar em plantio e criação de peixes

07/02/2017 às 14:00 Vista: 135 Vez(es)

Atendendo solicitação do agricultor familiar Antônio Francisco de Oliveira, do Sítio Patu, no município de São José dos Ramos, no Agreste paraibano, um grupo de técnicos da Emater visitou a sua unidade familiar para prestar assistência no cultivo de batata-doce e maracujá e orientá-lo na instalação de tanques para a criação de peixes.

Os assessores Hermano Araújo, Pedro Paulo, José Marinho e Elton Cunha, do Núcleo de Agroecologia, e contando com a participação dos extensionistas Antônio Jocemar e Maria Josinete Coutinho de Medeiros Santos, do escritório regional da Emater em Itabaiana, mostraram soluções para os problemas que o seu Antônio vinha enfrentando no plantio de batata-doce. Os técnicos também mostram o manejo correto para cultivo de maracujá, outra atividade que se constitui num fonte de renda para o agricultor.
Para plantar batata-doce, o agricultor foi orientado a fazer análise da água utilizada na irrigação e da terra, tudo com o acompanhamento dos extensionistas da Emater, empresa integrante da Gestão Unificada, vinculada à Sedap.
Trabalhando com diversas culturas, Antônio Francisco decidiu também agregar às atividades no sítio a criação de peixe. Mesmo já tendo iniciado a preparação do tanque, solicitou a colaboração da Emater para orientação e acompanhamento de sua instalação. Inicialmente ele pretende trabalhar com apenas um tanque, com capacidade para 3 mil peixes dentro dos padrões exigidos.

Tarifa Verde – Antônio Francisco também foi orientado sobre como ter acesso ao benefício da Tarifa Verde, da Energisa, que concede tarifa de energia elétrica em condições especiais para a agricultura familiar. Os técnicos mostram ainda como o agricultor deve elaborar o Cadastro Ambiental Rural (CAR), licenciamento para a construção de obras hídricas e ambiental e a outorga para o uso da água destinada a criação de peixes.
No sítio, Antônio Francisco trabalha com grande diversidade de culturas, como coco, laranja, macaxeira, maracujá e, principalmente, a batata-doce.

Usa água de um poço artesiano com 50 metros de profundidade para a irrigação por microaspersão. A comercialização é feita na própria residência e uma parte é vendida em um mercadinho de seu filho, em Cajá.

VIA: Governo da Paraíba

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