A Prefeitura de Guaratinguetá, por meio da Secretaria de Turismo, segue ampliando as ações de fortalecimento do setor turístico na cidade.

Entre as iniciativas em andamento, está a produção de uma revista especial que apresentará os principais atrativos turísticos de Guaratinguetá. Para garantir organização, formalização e qualidade na divulgação, somente estabelecimentos cadastrados no Cadastur poderão integrar a publicação.

O Cadastur é o sistema oficial e gratuito do Ministério do Turismo destinado ao registro de pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor turístico em todo o país. O objetivo é promover o ordenamento, a legalização e a qualificação dos serviços, oferecendo mais segurança e confiança aos visitantes.

A Secretaria de Turismo reforça a importância de que os prestadores realizem ou atualizem seu cadastro e convida todos a se inscreverem.

O procedimento é simples e pode ser feito diretamente pelo site:
👉 https://cadastur.turismo.gov.br/hotsite/#!/public/capa/entrar#capaInicio

A participação garante presença nas ações de promoção turística do município e contribui para o fortalecimento do turismo local.

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Rio inicia vacinação de gestantes contra o vírus da bronquiolite – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

A vacina protegerá crianças até os seis meses pela transferência de anticorpos da mãe para o bebê – Divulgação / SMS

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio iniciou neste sábado (6/12) a vacinação de gestantes contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causa de cerca de 75% dos casos de bronquiolite em crianças menores de 2 anos e 40% das pneumonias em períodos sazonais. As gestantes podem ser vacinadas a partir da 28ª semana de gestação, sem limite máximo, para ampliar a proteção de crianças menores de seis meses. O esquema vacinal será de dose única a cada gestação.

 

Neste fim de semana, a vacina está disponível nas três unidades do Super Centros de Vacinação, em Botafogo (funcionamento de domingo a domingo, das 8h às 22h), na Zona Oeste (no ParkShoppingCampoGrande, seguindo horário do centro comercial) e na Zona Norte (no Shopping Nova América, funcionando também conforme horário do centro comercial). A partir das 12h de segunda-feira, a vacinação acontecerá também nas 240 salas de vacinação em unidades de Atenção Primária (clínicas da família e centros municipais de saúde).

 

– Hoje, a cidade do Rio iniciou a vacinação contra a bronquiolite. No ano passado, o Brasil registrou mais de dois mil óbitos infantis em decorrência da bronquiolite, além de mais de 120 mil internações. Somente na cidade do Rio de Janeiro, mais de 1.500 crianças foram hospitalizadas devido à doença. A forma mais eficaz de proteger as crianças é por meio da vacinação das gestantes. Ao se vacinar, a gestante transmite anticorpos que protegem o bebê. Recomenda-se que todas as gestantes com mais de 28 semanas de gestação se vacinem, preferencialmente até a 35ª semana, embora a vacinação após esse período ainda ofereça proteção – informou o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.

 

O imunizante VSR A e B (recombinante) é inativado e permite a prevenção, além da bronquiolite, também de outras doenças respiratórias causadas pelo vírus em recém-nascidos. A proteção se dá pela transferência de anticorpos produzidos pela mãe para seu bebê durante a gestação, protegendo-o contra formas graves da doença nos primeiros seis meses de vida. Para ampliar a proteção, a vacina é disponibilizada no Calendário de Vacinação da Gestante, de acordo com as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. Ela pode ser aplicada junto com outras vacinas, como influenza, covid-19 e dTpa adulto, facilitando a imunização e a atualização da caderneta da gestante.

 

A manicure Darliane Pontes, de 40 anos, foi uma das primeiras gestantes a tomar a vacina neste sábado no Super Centro Carioca de Saúde de Botafogo. Para ela, a proteção do filho que ainda vai nascer é o que mais importa.

 

– A proteção do nosso filho da bronquiolite é algo primordial e, com certeza, todas as gestantes devem fazer a mesma coisa, tomar a vacina. Desde o início do meu acompanhamento eu já sabia que a vacina ia chegar no SUS. Então fiquei nessa ansiedade para tomar a vacina e deu tudo certo. Eu fiquei sabendo pelo meu agente comunitário de saúde, ele me ligou ontem e explicou que estaria disponível a partir de hoje e que eu já poderia tomar a vacina. Fiquei muito feliz – explicou Darliane.

 

Em 2025, até outubro, o vírus sincicial respiratório foi responsável por 1.563 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na cidade do Rio, sendo 55% dos casos em crianças menores de seis meses. Os lactentes dessa faixa etária são os mais vulneráveis às formas graves, sendo o VSR a principal causa de hospitalizações neste grupo, especialmente entre prematuros e crianças com cardiopatias congênitas ou doença pulmonar crônica.

 

Para se imunizar, a orientação é levar um documento de identificação, a caderneta de vacinação da gestante ou algum comprovante de vacinação, se disponível, para que os profissionais avaliem a situação vacinal.

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  • 6 de dezembro de 2025
  • Marcações: vacinação vacinação contra vírus da bronquiolite vacinação de gestantes

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    Com trabalho e estudo, atuação do Governo de MS contribui para a ressocialização da população prisional

    Mato Grosso do Sul tem mais de 73% da população prisional realizando atividades educacionais e 33,5% trabalhando. Em reconhecimento aos serviços prestados em prol do sistema no Estado, por agentes da polícia penal, além de autoridades civis e militares, foi realizada nesta sexta-feira (5), a solenidade de outorga da metalha “Patrono Penitenciário Senador Ramez Tebet”. Atualmente, a Agepen conta com mais de 1,8 mil servidores que exercem atividades administrativas e operacionais.

    “Como gestores atuamos para o fortalecimento do trabalho da Polícia Penal, necessária para o bom funcionamento do sistema, e que foi criada recentemente ganhando força, identidade, capacidade de operação. Ao longo do tempo, nós vamos fortalecer cada vez mais esse sistema porque a sociedade precisa”, disse o governador Eduardo Riedel, que participou da solenidade.

    Com contribuição significativa para o fortalecimento da instituição e aperfeiçoamento das políticas penitenciárias no Estado, foram homenageadas 65 pessoas – 39 policiais penais e 26 autoridades civis e militares, inclusive a primeira-dama do Estado, Mônica Riedel, e o secretário Rodrigo Perez (Segov).

    “Temos realizados inúmeros treinamentos, foram 100 para 1,7 mil policiais penais este ano. E isso aliado aos índices de pessoas privadas de liberdade, trabalhando e estudante, contribui para a construção da ressocialização”, afirmou o diretor-presidente da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), Rodrigo Rossi Maiorchini.

    Medalha

    A Medalha Patrono Penitenciário “Senador Ramez Tebet” foi instituída em outubro de 2011, e leva o nome em homenagem ao político sul-mato-grossense, que foi designado como patrono do sistema penitenciário de Mato Grosso do Sul após sua morte, em 2006.

    Entre 2012 e 2024, a honraria reconheceu 260 autoridades e 702 servidores públicos por sua contribuição e atuação relevante no fortalecimento das políticas de segurança, da gestão prisional, da justiça e da administração pública em Mato Grosso do Sul.

    Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
    Fotos: Bruno Rezende / Secom

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    Violência e censura afetam nove em cada dez professores brasileiros

    Por MRNews

    Nove em cada dez professores e professoras da educação básica e superior do ensino público e privado de todo o país já foram perseguidos diretamente ou presenciaram perseguições e censura contra profissionais da educação.

    O dado consta da pesquisa inédita A violência contra educadoras/es como ameaça à educação democrática, realizada pelo Observatório Nacional da Violência Contra Educadoras/es (ONVE), da Universidade Federal Fluminense (UFF), em parceria com o Ministério da Educação (MEC).

    Participaram do levantamento 3.012 profissionais da educação básica e superior do ensino público e privado de todo o país.

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    O coordenador da pesquisa, professor Fernando Penna, da UFF, explicou à Agência Brasil que o trabalho teve como foco principal violências ligadas à limitação da liberdade de ensinar, tentativa de censura, perseguição política, embora tenha envolvido também a possibilidade de o professor registrar caso de violência física, embora esse não fosse o foco do relatório.

    De acordo com Penna, o objetivo do trabalho foi identificar violências no sentido de impedir o educador de ensinar uma temática, de usar um material, ou seja, perseguição política.

    “É mais uma censura de instituições em relação aos professores. E não são só instituições. Entre os agentes da censura, estão tanto pessoas dentro da escola, quanto de fora, figuras públicas”, informou.

    Censura

    Segundo o professor, um primeiro “dado preocupante” constatou que a censura se tornou um fenômeno disseminado por todo o território brasileiro e em todos os níveis e etapas da educação, englobando não só o professor, em sala de aula, mas todos que trabalham com educação.

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    A pesquisa mostrou um percentual alto de professores vítimas diretas da violência. Na educação básica, o índice registrou 61%, e 55% na superior. “Na educação superior, foi 55%, um pouquinho menor, mas, ainda assim, está acima de 50%”, destacou Penna.

    Entre os educadores diretamente censurados, o levantamento constatou que 58% relataram ter sofrido tentativas de intimidação; 41% questionamentos agressivos sobre seus métodos de trabalho; e 35% enfrentaram proibições explícitas de conteúdo.

    Os educadores também relataram casos de demissões (6%), suspensões (2%), mudança forçada do local de trabalho (12%), remoção do cargo ou função (11%), agressões verbais e xingamentos (25%), e agressões físicas (10%).

    Temáticas

    Fernando Penna analisou que os dados mostraram ainda que a violência e a censura já estão enraizadas no Brasil, nas instituições de educação básica e superior. “Isso é preocupante porque a gente está falando aqui de temáticas obrigatórias”.

    Coordenador da pesquisa, professor Fernando Penna, da UFF, explicou à Agência Brasil que o trabalho teve como foco principal violências ligadas à limitação da liberdade de ensinar, tentativa de censura, perseguição política Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado – Edilson Rodrigues/Agência Senado

    Ele citou, como exemplo, o caso de uma professora do interior do estado do Rio de Janeiro, cujo um colega, durante a pandemia da Covid 19, pegou um material do Ministério da Saúde, com orientações sobre medidas sanitárias e a importância da vacinação, mas foi impedido sob argumento de “doutrinação”.

    “E quando ele foi entregar isso à diretora da escola, ela disse para ele que na escola não ia ter doutrinação de vacina”.

    A pesquisa identificou ainda professores proibidos de tratar, na sala de aula, temas como o da violência sexual, em que alerta o aluno sobre o fato desse tipo de violência ocorrer dentro de casa.

    “E é depois de algumas aulas na escola sobre orientação sexual, gênero, sexualidade, que esse jovem que tem uma violência naturalizada acontecendo no espaço privado denuncia o autor disso”, explicou Pena, ao ressaltar a importância de o tema ser tratado no ambiente escolar. “Mas essa temática, que é a discussão dos temas envolvendo gênero e sexualidade, é que os professores mais indicaram como sendo o motivo da violência que eles sofreram”.

    O professor disse ainda que o estudo deixa claro que essa violência não impacta só os educadores, mas a liberdade de ensinar e a liberdade de aprender. “Estudantes estão deixando de discutir temáticas vitais para a sua formação”, acrescentou.

    Outro exemplo de tema óbvio, que é motivo de questionamentos de pais contra professores de ciência, é o da teoria da evolução. Alguns preferem que se discuta dentro da escola o criacionismo e não a teoria da evolução. “Então, professores que tentam fazer o trabalho de levar o conhecimento às crianças e adolescentes acabam sendo demitidos, transferidos”.

    A proporção de professores que passaram diretamente por esse tipo de violência ficou em torno de 49% a 36%. A maior parte dos educadores disse que o episódio ocorreu quatro vezes ou mais.

    Segundo o levantamento, os temas que motivaram o questionamento à prática do educador foram liderados por questões políticas (73%), seguidos por questões de gênero e sexualidade (53%), questões de religião (48%) e negacionismo científico (41%).

    Polarização

    A pesquisa pediu também que os educadores respondessem os anos que essa violência ocorreu, “porque uma das nossas hipóteses é que essa violência tem relação com a polarização política que nós vivemos. E quando eu falo polarização, eu estou dizendo extrema direita, extrema esquerda. É uma polarização assimétrica entre uma extrema direita e uma centro-esquerda, no máximo”.

    “Os dados configuraram um gráfico que revela que a violência contra educadores sobe a partir de 2010 e tem um pico em 2016, em 2018 e em 2022, que são os anos do ‘impeachment’ e de duas eleições presidenciais”, destacou Penna, frisando que essa “tensão política que o país vive está, infelizmente, entrando nas escolas”.

    Agentes da violência

    Quando perguntados sobre quem foram os agentes da violência, os educadores citaram os próprios membros da comunidade interna da escola ou da universidade. Ou seja, a própria direção, coordenação, membros da família, estudantes. “Isso é muito grave porque traz um dado de pesquisa que mostra que essa violência pode ter partido de figuras públicas, de uma atenção política mais ampla, mas, infelizmente, ela já está dentro das comunidades educativas”.

    A pesquisa identificou que são os próprios membros da comunidade educativa interna que estão levando essa violência para dentro da escola, liderados pelos profissionais da área pedagógica (57%), familiares dos estudantes (44%), estudantes (34%), os próprios professores (27%), profissional da administração da instituição (26%), funcionário da instituição (24%) ou da secretaria de educação (municipal ou esta- dual) ou reitoria, no caso das universidades (21%).

    Perseguição

    De acordo com o coordenador do estudo, esse quadro de perseguição e violência envolve tanto a política institucional, quanto a política partidária, mas também abre espaço para se pensar em dimensões políticas da vida comum. Então não é surpresa que o crescimento da violência que foi observado esteja mais vinculado ao dado político do momento. “Ele é um tema que realmente tenciona muito”.

    A perseguição a educadores foi relatada como extremamente impactante para 33% dos educadores tanto na vida profissional como pessoal, e bastante impactante para 39% na profissão e também no lado pessoal. A consequência em muitos casos foi que grande parte dos professores que vivenciaram esses casos de violência acabaram deixando de ser educadores, o chamado apagão dos professores, confirmou Penna.

    “Foi uma das ferramentas de manipulação política desse pânico moral usado pela extrema direita nos anos recentes”, afirmou.

    Impacto

    Fernando Penna salientou que os educadores nem precisam ter sido vítimas diretas da violência porque, quando ela acontece em uma escola ou universidade, “ela degrada o clima escolar”.

    Quando perguntados sobre mudanças que esses eventos trouxeram para o seu cotidiano de trabalho, a maioria dos educadores afetados citou insegurança e desconforto. “O desconforto com o espaço de trabalho foi o terceiro maior impacto da censura citado pelos respondentes (53%). Isso levou 20% dos participantes a mudarem de local de trabalho por iniciativa própria.

    “As pessoas estão com medo de discutir temas. Estão com medo de fazer o seu trabalho como elas foram formadas para fazer e de acordo com seus saberes da experiência. Aí você está falando que o dano para a sociedade é gigantesco. Porque, os professores estão com medo de discutir temas, alguns estão sendo prejudicados e não podem discutir temas, por exemplo, no caso do gênero”, afirmou Penna.

    Vigiados

    A pesquisa constatou que em torno de 45% dos professores entrevistados disseram se sentir constantemente vigiados. Fato que leva a censurar sobre o que falam na sala de aula. O coordenador do estudo disse ter encontrado professores que trabalham em escolas privadas e relatam já ter entendido que não podem abordar determinados assuntos sob risco de serem demitidos.

    “Muitas vezes, esse educador precisa do emprego, mas pode estar sendo ameaçado ali no território onde ele vive”. Penna argumentou que é preciso reconhecer que esse é um problema da sociedade brasileira. “A gente está vivendo em uma sociedade na qual educadores têm medo de falar e de trabalhar de acordo com seu saber profissional”.

    Ele indicou que todos os profissionais que trabalham com a produção de um conhecimento seguro, ou seja, que podem desmascarar mentiras, teorias da conspiração, ‘fake news’, são vítimas.

    “Tanto que, em 2023, surgiu o Observatório Nacional da Violência Contra Educadoras/es, que é quem fez a pesquisa. Mas também surgiu o Observatório Nacional da Violência Contra Jornalistas, que são outra categoria que sofreu muito durante o governo Bolsonaro. Uma perseguição incrível”.

    Regiões de destaque

    O impacto que está ocorrendo nas comunidades educativas, que demonstram medo de discutir abertamente temas importantes para a formação dos estudantes foi mais identificado nas regiões Sudeste e Sul, onde foram registrados casos de professores que passaram por essas situações de violência mais diretamente.

    O dado não surpreendeu o coordenador da pesquisa. “Tanto que um dos estados que teve mais respondentes no Sul do país foi Santa Catarina, onde a gente sabe de muitos casos de violência. É um estado onde a extrema direita impera”, afirmou.

    A sondagem apurou que em todas as cinco regiões brasileiras 93% dos educadores tiveram contato com situações de censura, sendo que 59% passaram diretamente por essa situação, 19% souberam que aconteceu com alguém e 15% ouviram falar.

    Proteção aos professores

    Fernando Penna afirmou a necessidade de serem criadas ações para proteger os professores, sobretudo em anos de eleição presidencial, quando se sabe que a tendência é essa violência recrudescer, se tornar mais intensa.

    A pesquisa, até agora, gerou um banco de dados que ainda tem muitos cruzamentos para serem feitos, manifestou o coordenador.

    “A gente pode fazer análises de estados separadamente. A segunda etapa da pesquisa, que está em curso, e de entrevistas. Do total desses de professores que responderam, a gente vai escolher 20 pelo país para entrevistar”, anunciando que serão divulgados outros relatórios vinculados a essa pesquisa inicial.

    No relatório completo que está sendo preparado, o Observatório sugere a criação de uma política nacional de enfrentamento à violência contra educadores, como resposta do poder público. Essa política já estaria sendo elaborada no âmbito do MEC. O Observatório tem ainda um acordo de cooperação técnica com o Ministério dos Direitos Humanos.

    “A gente tem insistido muito que os educadores trabalhem na perspectiva da educação e direitos humanos, porque são justamente aqueles que mais sofrem violência. Então, a gente tem uma demanda de que os educadores sejam reconhecidos como defensores de direitos humanos e incluídos como uma categoria específica nas políticas do ministério. É uma ferramenta de denúncia de violação de direitos humanos”, concluiu Penna.

    Equipes do “HumanizAção” acolhem 23 pessoas em situação de rua nesta sexta-feira (5) – Agência de Notícias



    6 de dezembro de 2025

    11:26

    Por: Secom

    Equipes do programa “HumanizAção” realizaram, ao longo desta sexta-feira (5), atendimentos a 31 pessoas em situação de rua, em diferentes pontos da cidade. Desse total, 23 aceitaram receber acolhimento no Serviço de Obras Sociais (SOS). Na entidade, são disponibilizados pernoite, alimentação completa, roupas e toalhas, banho e cuidados de higiene.

    O “HumanizAção” é realizado de forma integrada por profissionais da Secretaria de Segurança Urbana (Sesu), Secretaria da Cidadania (Secid), com sua Coordenadoria de Álcool e Outras Drogas junto à Divisão de Política para Pessoas em Situação de Rua, além da Secretaria da Saúde (SES). Também conta com o importante auxílio da Guarda Civil Municipal (GCM), Secretaria de Relações do Trabalho e Qualificação Profissional (Sert), Secretaria de Serviços Públicos e Obras (Serpo), Secretaria de Mobilidade (Semob) e Urbes – Trânsito e Transportes.

    Os sorocabanos podem sempre colaborar com o programa, informando os locais da cidade onde haja pessoas em situação de rua necessitando de cuidados e acolhimento, assim como doando roupas, cobertores e alimentos. O contato pode ser feito pelo WhatsApp: (15) 99666-2636, 24h por dia, ou pelos telefones: (15) 3229-0777, do SOS; (15) 3212-6900, da Secretaria da Cidadania, e 153, da GCM.

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    Divulgados os locais de prova da seleção para os cursos técnicos do IFSP 2026 – IFSP

    Candidato: confira o local e o horário das provas e as orientações para realização da prova. As informações também foram enviadas por e-mail e WhatsApp aos participantes

    O Instituto Federal de São Paulo (IFSP) divulgou nesta quinta-feira, 4 de dezembro, a lista dos locais de prova do Processo Seletivo 2026 dos cursos técnicos. O documento está em ordem alfabética pelo nome do candidato, indicando o local e o turno (manhã ou tarde). Confira a lista https://concurso2.fundacaocefetminas.org.br/documentos/Candidatosporlocaldeprova04122639004541535848843.pdf 

    O participante também pode consultar seu local de prova por meio do Comprovante definitivo de inscrição, disponível no site da fundação organizadora da seleção.

    Passo a passo:


    A prova acontece no dia 7 de dezembro de 2025, domingo.

    Atenção aos horários:

    Turno da manhã

    • Horário de abertura dos portões: 8h
    • Horário de fechamento dos portões: 9h

    Turno da tarde

    • Horário de abertura dos portões: 13h30
    • Horário de fechamento dos portões: 14h30

    Orientações para a prova
    A comissão organizadora também divulgou orientações sobre os horários e a documentação aceita para a realização da prova.
    Confira https://concurso2.fundacaocefetminas.org.br/documentos/ComunicadoIFSP122639004543450328760.pdf 

     

    É fundamental que os candidatos fiquem atentos às orientações publicadas pelo IFSP para evitar imprevistos!

    Acompanhe todo o andamento do processo seletivo em ifsp.edu.br/ps2026.

     

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    População celebra avanço do recapeamento das principais ruas e avenidas do Centro de João Pessoa

    As principais ruas e avenidas do Centro estão ficando de cara nova. A Prefeitura de João Pessoa, através da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), segue avançando com o programa ‘Asfalto Novo’, que está realizando o recapeamento asfáltico de 43 vias. Até o momento, 15 já foram concluídas. Moradores e visitantes que circulam por uma das áreas mais movimentadas da cidade já percebem as melhorias e comemoram os benefícios do serviço.

    As ações estão sendo conduzidas exclusivamente nas vias que já têm asfalto, preservando assim o aspecto histórico das ruas em paralelepípedos do Centro. O investimento neste contrato é de R$ 23 milhões, totalizando 27 quilômetros de asfalto novo.

    O motociclista Sandro Marinho, que percorre diariamente as ruas do Centro fazendo entregas, elogiou o trabalho que vem sendo feito pela Prefeitura de João Pessoa. “O serviço ficou muito bom. Sumiu a buraqueira aqui na região. Está dando para trafegar muito bem. O asfalto está em perfeita qualidade”, avaliou.

    Outro que notou a diferença na qualidade do asfalto das principais ruas e avenidas do Centro foi o motorista de ônibus Oziel José. “Eu passo aqui pelo Centro várias vezes por dia e tenho acompanhado de perto a melhora da qualidade das ruas. Está bem melhor de dirigir com as vias novas e sinalizadas. Estou muito satisfeito”, declarou.

    Os trabalhos já foram concluídos nas Ruas Diego Velho, das Trincheiras, Rodrigues de Aquino, Rodrigues de Carvalho, Professora Alice Azevedo, Treze de Maio, Marechal Almeida Barreto, Desembargador José Peregrino, Praça João Pessoa, além das Avenidas Dom Pedro II, João Machado, Tabajaras, Maximiano de Figueiredo, Almirante Barroso e General Bento da Gama.

    Atualmente, as equipes estão trabalhando na Avenida Dom Pedro I e na Rua Corálio Soares de Oliveira. Nesta semana, o prefeito Cícero Lucena e o vice-prefeito Leo Bezerra fizeram uma visita técnica às vias que estão em andamento.

    “Estamos escarificando a Avenida Dom I para, em seguida, colocar uma nova camada de asfalto, sempre nos preocupando em melhorar o trânsito de João Pessoa. Com tecnologia, com eficiência, mas de forma humanizada”, destacou o prefeito.

    Vale ressaltar que os serviços estão sendo realizados, sobretudo, no turno da noite para não prejudicar o andamento do trânsito em uma das principais áreas comerciais da cidade.

    ‘Asfalto Novo’ – O programa da Prefeitura de João Pessoa já realizou serviços em todas as regiões da cidade com recapeamento asfáltico de 259 vias, o que representa mais de 128 quilômetros de asfalto. O investimento ultrapassa R$ 90 milhões.

    Confira as vias do Centro que vão receber melhorias através do programa ‘Asfalto Novo’:

    Avenida Miguel Couto

    Rua Padre Azevedo

    Rua Padre Meira

    Rua Guedes Pereira

    Rua Desembargador Souto Maior

    Rua Diogo Velho

    Avenida Camilo de Holanda

    Avenida Dom Pedro II

    Avenida General Osório

    Rua Duque de Caxias

    Praça Dom Adauto

    Rua Treze de Maio

    Avenida Visconde de Pelotas/Praça 1817

    Avenida Princesa Isabel

    Avenida Tabajaras

    Avenida Dom Pedro I

    Avenida Parque Solon de Lucena

    Rua Prof. Alice Azevedo

    Rua Machado de Assis

    Rua Vigário Sarlen/Praça Dom Ulrico

    Praça João Pessoa

    Rua das Trincheiras

    Rua Desembargador José Peregrino

    Rua Conselheiro Henriques

    Avenida Almirante Barroso

    Avenida Beaurepaire Rohan

    Rua Rodrigues de Aquino

    Rua Índio Piragibe

    Rua Artur Aquiles

    Rua da República

    Rua Irineu Pinto

    Rua José Lucas Carvalho

    Avenida Duarte da Silveira

    Avenida Marechal Deodoro da Fonseca

    Rua Peregrino de Carvalho

    Avenida Maximiano Figueiredo

    Avenida Corálio Soares de Oliveira

    Avenida Com. Bento da Gama

    Avenida Francisca Moura

    Avenida João Machado

    Rua Rodrigues de Carvalho

    Rua Marechal Almeida Barreto

    Praça Venâncio Neiva

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    Nova Iguaçu prepara pontos de apoio para receber população durante temporais de verão

    Nova Iguaçu prepara pontos de apoio para receber população durante temporais de verão




    A Prefeitura de Nova Iguaçu realizou, nesta sexta-feira (5), o último Exercício Simulado de Mobilização dos Pontos de Apoio. A ação, promovida pela Secretaria Municipal de Defesa Civil (SMDC), em parceria com as secretarias municipais de Assistência Social (SEMAS) e de Educação (SEMED), além de templos religiosos da cidade, visa preparar para a evacuação em segurança os moradores de áreas com maior risco de serem afetadas pelas chuvas de verão. O teste marcou também a celebração ao Dia Internacional do Voluntário, comemorado em 5 de dezembro.

    A Defesa Civil da cidade conta com 51 Pontos de Apoio, entre escolas, Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e igrejas, que serão abertos à população de acordo com as condições meteorológicas. A lista completa com todos os endereços cadastrados pela prefeitura está em www.novaiguacu.rj.gov.br/smdc/pontosdeapoio.

    “O monitoramento é feito 24 horas por dia. Se observado o risco iminente de desastres causados pela chuva, os pontos de apoio serão ativados e, em seguida, os moradores destes locais receberão alertas diretos nos aparelhos celulares via SMS e também pela tecnologia Cell Broadcast, além de informações nos canais oficiais da prefeitura”, explica Jorge Ribeiro Lopes, secretário municipal de Defesa Civil.

    Um dos pontos de apoio cadastrados pela prefeitura é a Igreja Missionária Ministério Cristo Chama, localizada na Rua Thomás Fonseca, nº 1875, no bairro Cerâmica. Caso seja necessário, ela abrirá as portas para acolher as famílias que precisarem deixar suas residências em casos de emergência.

    “A igreja tem a missão de servir e acolher, atuando como um ponto de apoio da prefeitura. Temos uma área ampla para receber as famílias que necessitem de auxílio, com salas amplas para abrigá-las, fraldário, espaço para crianças, além de cozinha e banheiros”, conta o pastor Jefferson Luis. Durante a simulação, ele gravou e enviou à Defesa Civil um vídeo no qual informa que o ponto de apoio foi ativado.

    Na próxima quarta-feira (10), a prefeitura irá apresentar à população a atualização do Plano de Contingência. O documento reúne uma série de ações e medidas a serem tomadas durante o próximo verão, período de maior incidência das fortes chuvas. A divulgação será feita no auditório da Casa do Professor, sede da Secretaria Municipal de Educação, às 10h. O equipamento fica na Av. Abílio Augusto Távora, 1806, Bairro da Luz.

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    Agência Minas Gerais | Governo de Minas lança guia de exportação para produtores de queijo

    O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Sede-MG), lançou nesta sexta-feira (5/12), o “Guia Abrindo Fronteiras: Oportunidades de Exportação para o Queijo Mineiro”, que visa impulsionar ainda mais a internacionalização do produto. 

    O evento de lançamento foi realizado no auditório principal do Instituto de Laticínios Cândido Tostes (ILCT) , em Juiz de Fora. Na ocasião, também foram celebrados os 90 anos do ILCT, instituição vinculada à Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).

    Produzido em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa-MG), o guia contempla desde informações técnicas e regulatórias do queijo até análises de mercados internacionais. 

    O documento pode ser acessado no link.

    Por meio do Guia, os produtores de queijo e entidades que atuam no setor de laticínios, podem se informar sobre regras dos mercados internacionais, o perfil de consumo de cada país, além de outras informações para facilitar na exportação dos produtos. 

    O Superintendente de Atração de Investimentos e Estímulo à Exportação, Gustavo Costa de Souza da Sede-MG, e a diretora de Promoção de Exportações e Comércio Exterior, Laís Ione Araújo Fagundes, participaram do lançamento do guia.

    Vendas internacionais de queijo no estado

    As exportações de queijos de Minas Gerais, em 2024, totalizaram US$ 7,9 milhões e o estado foi o principal exportador nacional do produto. O produto alcançou 10 mercados, com destaque para os Estados Unidos, Taiwan e Chile. 

    Ao todo, 13 municípios mineiros realizaram exportações de queijos, sendo Pará de Minas o principal exportador, seguido de Arapuá, São Vicente de Minas, Moema e Vazante.

    Documento alinhado às ações do estado

    O guia está ligado à Política de Promoção de Exportações e Comércio Exterior de Minas Gerais, cuja frente de atuação trabalha com a inserção internacional dos setores produtivos mineiros, a identificação de oportunidades de mercado e o apoio qualificado às exportações.

    Neste sentido, o documento é importante para expandir a presença do queijo mineiro em novos mercados, dessa forma, aumentando a competitividade mineira em outros países, por meio da valorização global de marcas associadas a regiões específicas no estado, também chamado de regional branding.

     

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    AUTORIZAÇÃO DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO Nº 52/2025.

    Reconheço a inexigibilidade de licitação, fundamentada no artigo 74, inciso II, da Lei nº 14133/21, conforme solicitação, justificativa e parecer jurídico, constantes no processo abaixo, tendo como objeto a Contratação da empresa P&J PRODUÇÕES LTDA para a realização de show musical da dupla Paulo & Jean, a ser realizado no dia 31 de dezembro de 2025, durante as festividades do evento Réveillon Bonito 2026, promovido pelo Município de Bonito/MS.

    AUTORIZO a despesa, em cumprimento às determinações contidas na Lei retro mencionada.

    INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO Nº 52/2025

    PROCESSO LICITATÓRIO Nº 154/2025

    FAVORECIDO: P&J PRODUÇÕES LTDA

    CNPJ Nº 60.238.464/0001-62

    VALOR: R$ 20.000,00 (vinte mil reais).

    PRAZO: 90 dias.

    Bonito-MS, 05 de dezembro de 2025.

    Josmail Rodrigues

    Prefeito Municipal.

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